LÁ VEM MAIS UMA BLACK FRIDAY

 

Caraterístico do mercado dos EUA, este dia é marcado pela correria dos americanos para as compras um mês antes do natal. E já absorvido por todo o mundo.

O principal relato da famosa “Black Friday” remota aos anos de 1960 no estado da Filadélfia, onde Esse dia costuma ser sempre bastante tumultuado, com confusões de pessoas nas calçadas e congestionamento de carros nas ruas. Por conta disso, na década de 60, alguns policiais da cidade começaram a se referir aquela data como Black Friday.

O termo acabou pegando entre as pessoas e com o tempo foi se espalhando por todo o país. Os lojistas inicialmente não gostaram muito de serem associados ao tumulto. Tanto que tentaram emplacar um novo termo para se referir a essa sexta-feira: a Big Friday (Grande Sexta). Porém, o termo não foi popularmente bem recebido e acabou sendo esquecido.

Até os anos 2000 o então dia de liquidações não era muito procurado pelos americanos que preferiam adiar as compras, para o sábado, despejando toda  sua voracidade nas grandes lojas de departamento.

Logo o termo o objetivo desse dia de compras promocionais tomou mundo, por exemplo, os canadenses já tem sua própria sexta feira de descontos. Os mexicanos chamam de “El Buen fin” e pela tradução literal da frase fazem então um fim de semana inteiro de liquidações e descontos.

No Brasil o primeiro de Black Friday foi ao dia 28 de novembro de 2010 e foi totalmente online. A data reuniu mais de 50 lojas do varejo nacional e gerou cerca de R$ 20 milhões em faturamento.

A cada ano que passa o faturamento vai só aumentando em função da força da internet e consequentemente do setor do e-commerce, que cresce de forma exponencial na propagação das vendas chamadas online. Hoje quase todas as grandes lojas do varejo brasileiro estão com suas bandeiras fincadas nesse território virtual e em um caminho sem volta. Os números mostram esse crescimento que em 2011 faturou R$ 100milhões, 2013 R$770 milhões, 2014 R$ 1,2 bilhões. Já em 2016 esperava-se um faturamento recorde, mas por conta do momento econômico difícil que o Brasil passa faturou em torno de R$ 2.1 bi, frustrando as expectativas do setor varejista.

Mas aí vai uma dica aqueles que pretendem usar sua pretensão à consumir, tenham seus gastos de fim de ano colocados no papel e em suas planilhas para equacionarem suas receitas e despesas e a partir desse saldo tentar comprar o máximo de mercadorias à vista e tentar nas compras com cartão de crédito colocar um número pequeno de parcelas.

No mais, boas compras!!!!

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