4 de agosto de 2021
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Estudo aponta que vacinas da Pfizer e Moderna podem ter imunidades com duração de até três anos

(FILES) This file photo illustration picture shows vials with Covid-19 Vaccine stickers attached, with the logo of US pharmaceutical company Pfizer, on November 17, 2020. - Pfizer and BioNTech said on November 18, 2020 a completed analysis of their experimental Covid-19 vaccine found it protected 95 percent of people against the disease and announced they were applying for US emergency approval "within days." The US pharmaceutical company and its German partner brought further hope to a world upended by the coronavirus pandemic with the announcement, which follows one last week when they said a preliminary analysis showed the product was 90 percent effective. (Photo by JUSTIN TALLIS / AFP)

As vacinas contra a Covid-19 desenvolvidas com a nova tecnologia de mRNA mensageiro, atualmente produzidas pela Moderna e Pfizer/BioNTech, previnem casos graves da doença através da sua imunidade, que pode durar até três anos, de acordo com um novo estudo suíço.

A pesquisa, publicada pelo Grupo de Trabalho Científico do Governo Suíço contra a Covid-19, revela que estas vacinas criam uma resposta de anticorpos duas a quatro vezes superior do que a verificada por quem já recuperou da doença, o que implica uma proteção mais duradoura.

O estudo esclarece que a duração desta proteção dada pelas vacinas mRNA pode diminuir entre pessoas com mais de 75 anos de idade e, portanto, reduzi-la para entre 15 e 24 meses contra as formas graves de covid-19 e entre sete a 10 meses para versões moderadas.

A duração da imunidade imposta pela vacina é importante na organização de campanhas de reforço, determinando também a validade dos “certificados covid-19”, que pelo menos a curto prazo podem ser necessários para viajar ou participar em eventos em massa em outros países.

Os pesquisadores ressalvam ainda que os períodos de proteção estimados podem ser menores, embora ainda não se saiba exatamente quanto, sobretudo no caso da variante delta, que é muito mais contagiosa do que as estirpes anteriores da Covid-19 e também parece necessitar de uma quantidade maior de anticorpos.

Redação Página1 PB
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