25 de setembro de 2021
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Israel começa a aplicar 3ª dose da Pfizer em maiores de 60 anos

(FILES) This file photo illustration picture shows vials with Covid-19 Vaccine stickers attached, with the logo of US pharmaceutical company Pfizer, on November 17, 2020. - Pfizer and BioNTech said on November 18, 2020 a completed analysis of their experimental Covid-19 vaccine found it protected 95 percent of people against the disease and announced they were applying for US emergency approval "within days." The US pharmaceutical company and its German partner brought further hope to a world upended by the coronavirus pandemic with the announcement, which follows one last week when they said a preliminary analysis showed the product was 90 percent effective. (Photo by JUSTIN TALLIS / AFP)

A campanha de vacinação contra a covid-19 em Israel começou, de fato, a aplicar a terceira dose em pessoas com mais de 60 anos neste domingo (01), após ter dado o pontapé inicial nesta etapa na última sexta-feira com o presidente israelense, Isaac Herzog, e um pequeno número de cidadãos.

Segundo a imprensa local, dezenas de milhares de israelenses já fizeram o agendamento para receber esta dose de reforço da vacina da Pfizer, que está disponível há várias semanas para adultos imunodeprimidos e agora também para quem tem mais de 60 anos e recebeu a segunda dose há pelo menos cinco meses.

O objetivo do governo é ter cerca de 1,5 milhão de cidadãos com mais de 60 anos vacinados na próxima semana, em uma nova campanha que surge à medida que o país continua registrando taxas crescentes de morbidade do novo coronavírus.

Clalit, a principal provedora de saúde entre as quatro empresas israelenses responsáveis pela administração da vacina, recebeu neste domingo cerca de 1.300 pessoas nas suas clínicas em todo o país para a aplicação da terceira dose e outros sete mil clientes estão agendados para serem imunizados nos próximos dias.

Israel é pioneiro no mundo na aplicação de uma terceira dose da vacina da Pfizer, recomendação da empresa farmacêutica que desencadeou um debate global, mas que ainda não foi aprovada pelas autoridades sanitárias dos Estados Unidos nem da União Europeia.

As infecções diárias aumentaram constantemente em Israel nas últimas semanas, fenômeno que é atribuído à propagação da variante delta.

Após alguns meses de quase normalidade, o país, que liderou uma das campanhas de vacinação mais rápidas do mundo e imunizou cerca de 60% da população-alvo com duas doses, teve novamente de aplicar algumas restrições devido ao aumento das infecções.

Na linha dos últimos dias, mais de 2.000 novos casos de covid-19 foram diagnosticados nas últimas 24 horas, com uma taxa de positividade acima de 3%, um aumento acentuado em relação à semana anterior, quando a taxa estava abaixo de 2,5%.

Atualmente, quase 19 mil pessoas estão infectadas com o vírus em Israel e mais de 210 pacientes com covid-19 em estado grave estão internadas em hospitais.

Nas últimas semanas, as autoridades israelenses também reforçaram as restrições para as pessoas que voltam do exterior e expandiram os países para os quais as viagens estão proibidas por serem considerados de maior risco.

Esta lista inclui Brasil, Espanha, Argentina e México, para onde os cidadãos israelenses e residentes no país não podem viajar sem uma autorização especial.

Redação Página1 PB
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