Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Economia

Uber demite executivo que acessou dados de vítima de estupro

File illustration picture showing the logo of car-sharing service app Uber on a smartphone next to the picture of an official German taxi sign in Frankfurt, September 15, 2014. A Frankfurt court earlier this month instituted a temporary injunction against Uber from offering car-sharing services across Germany. San Francisco-based Uber, which allows users to summon taxi-like services on their smartphones, offers two main services, Uber, its classic low-cost, limousine pick-up service, and Uberpop, a newer ride-sharing service, which connects private drivers to passengers - an established practice in Germany that nonetheless operates in a legal grey area of rules governing commercial transportation. REUTERS/Kai Pfaffenbach/Files (GERMANY - Tags: BUSINESS EMPLOYMENT CRIME LAW TRANSPORT)

A Uber demitiu um executivo de alto escalão que obteve os registros médicos de uma mulher estuprada por um motorista do aplicativo na Índia. Eric Alexander, presidente de negócios da Uber na Ásia-Pacífico, foi demitido na terça-feira, segundo o jornal The New York Times.

Alexander teria obtido de forma irregular a ficha médica da vítima. O caso de estupro veio à tona em 2014 e causou indignação na Índia. O que mais gerou revolta é que o motorista acusado de estupro já tinha sido preso anteriormente pelo mesmo motivo.

Autoridades de Nova Deli, onde aconteceu o estupro, proibiram o uso do aplicativo por falta de segurança, o que trouxe preocupação para a empresa devido ao potencial de mercado da Índia. Como reação, a empresa adotou uma série de medidas para reforçar a segurança, como o botão de pânico.

Segundo a reportagem, Alexander estava convencido de que o caso de estupro estava relacionado a um plano da Ola, um dos maiores concorrentes da Uber na Ásia. Ele teria passado meses na Índia conduzindo sua própria investigação.

O executivo foi desligado na mesma semana em que a Uber anunciou a demissão de 20 pessoas após investigação de casos de assédio.

A empresa contratou o escritório de advocacia Perkins Coie para analisar as alegações de assédio, discriminação, bullying e outras denúncias. Foram recebidas 215 denúncias, sendo 54 de discriminação, 47 de assédio sexual, 45 de conduta não profissional, 33 de assédio moral e 36 sobre outros casos.

 
Redação
the authorRedação
Fundado em junho de 2017, o Página1 PB é um portal de notícias sediado em Campina Grande (PB), que tem compromisso com o verdadeiro jornalismo. Afinal, o Jornalismo mudou. Mas a verdade não!