19 de setembro de 2021
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Vivendo de bravatas e de calotes, Consórcio Nordeste não vai comprar a vacina Sputink V

Mostrando que o Consórcio Nordeste foi apenas teatro criado para contrapor Bolsonaro e que o que mais forte fez foi levar um calote na compra de respiradores e que causou prejuízos milionários aos nordestinos, servindo mais para discurso e palco de tentativas de sabotagem, o Consórcio que reúne governadores da região, agora anunciou que suspendeu a compra de 37 milhões de doses da vacina contra a covid-19 Sputnik V, da Rússia.

Durante toda a pandemia o Consórcio Nordeste serviu aos governadores esquerdistas para criar um discurso antagonico a Bolsonaro e as irregularidades não são investigadas pela CPI da Covid, no Senado Federal, porque entre outras coisas, o seu relator, Renan Calheiros é pai do governador das Alagoas e isso já fala por si. O Consórcio Nordeste ameaçava comprar a vacina Sputink V desde o inicio, mas nunca concretizou e mostrou que sempre foi bravata. O contrato só será retomado caso haja autorização para o uso do imunizante pelas autoridades sanitárias.

Segundo o presidente do consórcio, governador do Piauí, Wellington Dias, a decisão foi tomada por conta dos condicionantes impostos pela Anvisa e pela não inclusão do imunizante no Programa Nacional de Imunizações (PNI).

A Anvisa liberou a importação em junho. Mas apontou uma série de exigências em razão da falta de documentos e de possíveis riscos identificados no imunizante. Entre os condicionantes estão limites para os lotes e testagem das vacinas para averiguar determinados aspectos, como riscos decorrentes do uso da tecnologia de vírus inativado.

A Anvisa também condicionou a aplicação das vacinas à autorização pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS). Os estados cuja importação foi autorizada também precisam realizar estudos de efetividade.

Redação Página1 PB
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